sábado, 12 de maio de 2012

Como Captar Mais Assinantes Para a Sua Newsletter (7 Dicas)
04-05-2012
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Em Email Marketing, um dos pontos mais importantes, a par de saber tratar da sua lista de emails e mantê-la “viva”, é a captação de mais assinantes para manter um bom crescimento da sua lista de emails.
Como já dissemos várias vezes, é muito importante saber manter a sua lista de “viva e de boa saúde”, mas isso é um tema para outro artigo. De qualquer forma, neste artigo vamos deixar-lhes 7 dicas que pode implementar desde logo para captar mais assinantes para a sua newsletter.
1. Organizar um Evento
Organizar um evento, on ou off line é uma excelente forma de recolher emails.
Dependendo do tipo de evento, poderá fazer mais sentido fazê-lo no início, no decorrer ou no fim do evento, mas é uma excelente forma, não só de captar endereços de email, mas endereços de email de pessoas que estão interessadas num determinado tópico.
2. Formulários nas Redes Sociais
Embora aqui, possam haver muitas limitações, é possível através de algumas ferramentas, inserir um formulário de email dentro da sua página no Facebook, por exemplo.
Existem aplicações, que possibilitam a colocação de um formulário mesmo dentro da própria página, o que permite que o formulário ganhe exposição e capte mais assinantes.
Além da inserção do formulário em si, ou se não o puder fazer por alguma razão, isso não implica que não possa divulgar a sua newsletter nas suas páginas nas redes sociais. Até porque, com ou sem formulário, a newsletter deve ser sempre promovida. Sem exageros, claro!
3. Testar vários Formulários
Aqui, como em muitos outros temas, o teste é absolutamente fundamental.
É claro que todos nós gostamos de formulários bonitos e com imagens bonitas, mas o mais importante não é isso. O melhor formulário é aquele que melhor converte visitantes em assinantes. O resto são pormenores.
4. Página de Subscrição da Newsletter
Pode parecer que não, mas é muito importante criar uma página onde se explica melhor as vantagens de assinar a sua newsletter, além de que se pode adicionar informação sobre como esta funciona.
Se for a ver bem, a informação que se pode colocar no formulário é muito limitada, e desta forma, pode sempre adicionar mais informação útil que ajudará a aumentar as conversões.
5. Incentivo à Subscrição
Um incentivo de subscrição da newsletter aumenta as conversões de assinantes. Pouco ou muito, depende de cada situação e de cada incentivo, mas que aumenta, é indiscutível.
Este incentivo não tem de ser algo rebuscado, até pelo contrário. Conteúdo de qualidade, funciona sempre muito bem!
6. Testar vários Incentivos
Este ponto está praticamente explicado, mas a ideia será criar vários incentivos, e fazer testes para ver qual o incentivo que melhor converte os visitantes em assinantes.
Quando tiver resultados conclusivos, então deverá adotar o incentivo que gerou mais conversões.
Aqui poderá usar qualquer tipo de incentivo, desde um ebook, uma série de artigos, vídeos, apresentações, um acesso especial a algo, software, entre outros. O mais importante é que seja algo que os seus visitantes queriam ou tenham interesse.
7. Concursos e Passatempos
Tal como noutras vertentes, a realização de passatempos ou concursos é uma excelente forma de captar mais leitores, e neste caso, assinantes.
Todos gostam de ganhar alguma coisa, ou pelo menos, da possibilidade de ganhar algo, esta abordagem tem funcionado muito bem online, seja para captar mais fãs para a sua página de Facebook, seja para captar mais assinantes para a sua newsletter.
Conclusão
A verdade é que existem muitas formas de potenciar a captação de assinantes para a sua newsletter, e estas são apenas algumas dicas. No entanto, parecem-me as mais importantes.
Espero que tenha gostado do artigo e que tenha tirado algumas ideias para captar mais assinantes para a sua newsletter.
Se tiver alguma dica que queira paratilhar com os restantes leitores, eles, certamente, ficarão agradecidos!
Fonte: webmarketingpt.com

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quarta-feira, 9 de maio de 2012

Qual o caminho do Marketing Digital para PMEs?
26-04-2012
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O crescimento constante da internet e do e-commerce no Brasil tem representado uma oportunidade para os que querem empreender, mas também um desafio. Como se destacar em um cenário que caminha para o amadurecimento e testemunha a disputa cada vez mais acirrada de players de todos os tamanhos – desde os que nasceram originalmente no universo digital até os grandes varejistas que também apostam na internet?

Não só no varejo eletrônico, o Marketing Digital mostra-se uma ferramenta importante para as pequenas e médias empresas que querem crescer e ganhar notoriedade no mercado. Em uma era direcionada para o relacionamento, quem não tem verba para investir pesado na comunicação tradicional ganha espaço com criatividade e um diálogo certeiro com o consumidor na web.

“As empresas fogem cada vez mais do caminho do branding tradicional e optam pelo relacionamento, pelo bate-papo com os clientes. Trabalhar bem as mídias sociais é um dos principais meios. Exige mais criatividade e estratégia do que dinheiro”, acredita Flávio Horta, Diretor da Digitalks, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Nem tudo que está na moda é adequado
Os modismos, no entanto, devem ser vistos com cuidado quando o assunto é internet. Há quatro anos em operação, a Doce Beleza opera exclusivamente online vendendo cosméticos, especialmente produtos para os cabelos. Em um primeiro momento, a prioridade foi investir em mecanismos que dessem visibilidade à marca.

“A grande vitrine para negócios baseados na internet é o Google, com adwords e busca orgânica. É daí que vem quase toda a visibilidade que a empresa pode ter, independente do porte. Obviamente, quanto mais verba, mais visível ela tende a estar”, conta Celso Vistra, Gerente de Marketing da Doce Beleza, em entrevista ao portal.

Foram necessários dois anos para que a empresa desse um novo passo e investisse em mídias sociais. A estratégia da Doce Beleza nestes canais, entretanto, não é orientada para vendas, e sim para o relacionamento. A intenção sempre foi ter um espaço para que as consumidoras discutissem, tirassem dúvidas e falassem sobre assuntos relacionados ao universo da beleza.

A importância de um diagnóstico correto
Agora, o investimento é ainda maior. A Doce Beleza está reformulando os canais existentes, como Linkedin, Facebook, Twitter e Youtube, e criando novos perfis no Pinterest e no Tumblr, além de um blog. Tudo para incentivar ainda mais a conversa e fortalecer a marca, contribuindo para o aumento do faturamento da empresa, que em 2011 cresceu 55%, atingindo R$ 12 milhões. Para a Doce Beleza, as mídias sociais devem manter-se como um canal de relacionamento e deixar as vendas a cargo da loja virtual.

“Acompanhamos o social commerce e não descartamos a possibilidade, mas pensamos que não é uma plataforma adequada para o nosso negócio. A navegabilidade de um portal bem estruturado, como pesquisa de produtos, é infinitamente superior à da plataforma do Facebook, por exemplo”, diz Vistra, ressaltando que, no caso de empresas que estão começando, as vendas por meio de plataformas como o Facebook e sua Like Store podem ser uma alternativa rentável.

Antes de pensar em outros canais, no entanto, é importante fazer uma avaliação do próprio site e das ferramentas já utilizadas. Algumas mudanças simples podem trazer resultados satisfatórios. Foi o que aconteceu com o Instituto de Estudos Franceses e Europeus (IFESP). Depois de reformular toda a estratégia digital, o IFESP conseguiu passar de um faturamento de R$ 750 mil em 2009 para R$ 1,5 milhão em 2011 e gastar duas vezes menos com Marketing.

Mudanças que fazem a diferença
Em 2009, o IFESP contava com um site feito de maneira artesanal, mas com um bom posicionamento nas buscas orgânicas. Com a reformulação do portal, entretanto, a visibilidade diminuiu e aumentaram os gastos na compra de palavras-chave. “Desconhecendo as melhores práticas de Marketing Digital, percebemos que não iríamos muito longe e o custo seria alto”, explica Alexandrine Brami, Sócia-Diretora do IFESP, em entrevista ao Mundo do Marketing.

O primeiro passo foi diagnosticar os problemas e transmitir para a equipe o que estava errado e precisava ser mudado. Em seguida, foi necessário ganhar notoriedade na internet para aumentar a taxa de conversão dos prospects em clientes. Foi o momento, então, de mudar mais uma vez o site, que passou a ser orientado para buscas orgânicas.

Como o maior problema era justamente a conversão de clientes, o instituto também investiu na melhoria do sistema de e-mail Marketing. “Enviávamos e-mail e as pessoas marcavam como spam ou pediam para sair do mailing. Encontramos uma empresa que não só oferecia a prestação de envio, como também a consultoria em otimização dos e-mails”, lembra Alexandrine, ressaltando que a medida mais que triplicou a taxa de abertura, passando de 6% para 20%, e expandiu de 10% para 35% o número de cliques dos e-mails.

Marketing Digital também demanda investimentos
Apesar de parecer pequeno, se comparado ao Marketing tradicional, o investimento em Marketing Digital deve ser cuidadoso e planejado para minimizar erros. “Para a pequena empresa, montar uma equipe de mídias sociais tem um custo alto. Utilizar os próprios funcionários acaba sendo um caminho mais viável”, sugere Horta, da Digitalks. “Os profissionais de Marketing precisam se adaptar a um mundo com mais números. Na internet, a ação vai para o ar e começa o trabalho de mensurar, entender, mudar e melhorar, de forma contínua”.

É exatamente a falta de estratégia um dos principais erros de quem investe em Marketing Digital. “Entrar na internet sem planejamento é um tiro no pé. Tem que estar preparado para o consumidor que vai falar de você, bem ou mal. O Santander, por exemplo, tem uma política de responder em até duas horas no Twitter e quatro ou cinco horas no Facebook. Pelo telefone, são cinco dias. Isso mostra a diferença do buzz que um consumidor insatisfeito pode causar nas redes sociais comparado ao telefone”, considera Horta.

Entre as próximas tendências, além das mídias sociais que já são mais do que exigência, está o mobile. “No futuro vejo tudo isso que estamos falando muito mais forte no mobile, que já é uma realidade. Os preços dos smartphones estão cada vez caindo mais e daqui a pouco os tablets serão mais baratos do que computadores. Veremos o boom do Brasil móvel”, destaca o Diretor da Digitalks.
Fonte: mundodomarketing.com.br
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Cerca de 1 em cada 4 consumidores, que compram ao menos trimestralmente on-line e acessaram suas contas do Facebook ao menos uma vez por mês, compraram por influência de recomendações de amigos na rede social, segundo um estudo divulgado em março de 2012 pela Sociable Labs (Clique aqui para ler). 62% dos consumidores afirmam ter lido comentários de amigos no Facebook sobre produtos que compraram, enquanto três quartos clicaram no link do comentário que falava sobre a mercadoria. Uma vez que no site do varejista, 53% compraram o item que acabaram de conhecer através do comentário de seu amigo.
Quando compartilham, consumidores querem que amigos usufruam da mesma oferta
Dentre os principais motivos para compartilhar mercadorias de varejistas na rede social, a possibilidade de seus amigos comprarem o mesmo produto ou terem acesso a mesma promoção foi a mais citada (41%). Cerca de um quarto afirmam que eles queriam dividir as razões pelas quais escolheram o produto. Entretanto, os comentários que mais interessaram seus amigos / leitores foram aqueles que detalharam as razões que levaram a escolher determinado produto (43%), além dos que ofereciam descontos ou ofertas (41%).
Varejistas devem se comprometer com o social commerce
Existem grandes oportunidades para varejistas dispostos a “socializar” sua plataforma de e-commerce, sugere o relatório. De fato, mais de 3 em cada 5 pessoas responderam que era possível permanecer e fazer compras em um site de comércio se as atividades de seus amigos fossem mostradas neste ambiente. Além disso, 57% estão dispostos a comprar de e-varejistas se eles pudessem ver uma lista mostrando as mercadorias que seus amigos estão comprando.
Outros dados importantes
Um dos principais entraves citados pelos entrevistados ao compartilhar suas compras no Facebook é a crença que esta é uma atividade trivial, pois eles não gostariam que seus amigos pensassem que eles estão impondo algum produto. De fato, quase três quartos dos entrevistados disseram que são mais a favor de compartilhar se essas informações fossem mantidas no site do varejista e não fossem replicadas no feed de sua página do Facebook.
O beneficio mais citado por consumidores em relação à integração de recursos de comércio social em plataformas de e-commerce foi a oportunidade de visualizar o que seus amigos tinham comprado, o que tornaria possível saber a quem pedir uma opinião. Além disso, cerca de um quarto afirmam que confiaria mais em sites que oferecem este recurso.
48% dos entrevistados disseram que os comentários de amigos compartilhados no Facebook foram extremamente ou muito úteis quando eles estavam procurando por um produto durante o processo de compra, mas atrás quando comparados aos que afirmaram o mesmo para suas pesquisas na página de busca do Google (49%).
Fonte: ecommercenews.com.br


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terça-feira, 1 de maio de 2012

Planejamento Estratégico.mp4

Milhares de pessoas passaram sobre a mina de cobre de Calumet sem a descobrir. Um individuo sózinho pôs-se a trabalhar com uma picareta e a descobriu. Talvez você esteja sobre a sua mina de cobre, neste momento, sem o saber. Cave, pois, e veja o que existe sob o terreno em que pisa.  do livro  A Lei do Triunfo de Napoleon Hill.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

sábado, 21 de abril de 2012

Regras do Facebook para a Imagem de Topo da Timeline. Está a cumpri-las?
04-04-2012
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Com a mudança das páginas do Facebook para o formato de timeline, existe agora espaço e oportunidade para colocar uma imagem no topo da página, o que, como cartão de boas-vindas, é excelente. O que a maior parte das pessoas ainda não perceberam (ou repararam) é que, ao mesmo tempo que o Facebook fez esta alteração, também criou regras para o conteúdo das imagens de topo das páginas, o que, visivelmente, muitos não estão a respeitar.

Essa desatenção ou desrespeito pelas regras publicadas pelo Facebook, pode trazer alguns dissabores aos proprietários das páginas, por isso, aconselho vivamente a leitura deste artigo.
Sem mais, as regras a ter em conta são as seguintes:
Escolha uma imagem única que represente a sua Página. Pode ser uma foto de um artigo popular do menu, uma capa de um álbum ou uma imagem de pessoas a utilizarem o teu produto. Seja criativo e faça experiências com imagens a que julga que o público irá aderir.
As imagens de capa têm de ter uma largura mínima de 399 pixels e não podem conter:
- o preço ou informações de compra, tal como “Desconto de 40%” ou “Transfere a partir do nosso site”
- informação de contacto, tal como endereço da Web, e-mail, endereço para correspondência ou outra informação destinada à secção Acerca da tua Página
- referências a elementos da interface de utilizador, como Gosto ou Partilhar ou qualquer outra funcionalidade do site do Facebook
- incitações à ação, como “Obtém já” ou “Diz aos teus amigos”
Todas as imagens de capa são públicas, o que significa que quem visitar a sua Página vai poder ver a imagem que escolher. As capas não podem ser falsas, enganadoras ou induzir deliberadamente em erro, e não podem infringir a propriedade intelectual de terceiros. Não pode encorajar ou incentivar as pessoas a carregarem a sua imagem de capa para as suas cronologias pessoais.
(texto extraído do próprio site do Facebook)
Entre outras coisas, os destaques especiais vão para a proibição de colocar endereços de sites ou de emails e para a proibição do incentivo ao “Gosto” ou ao “Partilhar”.
Embora estas regras nos pareçam algo limitativas, concluímos que a ideia é que a imagem seja algo menos promocional ou publicitário, e mais descritivo ou ilustrativo. Quer se concorde ou não, é o Facebook que manda mesmo por isso não há muito a fazer a não ser cumprir.
Fonte: webmarketingpt.com
Vídeos aumentam o desempenho de campanhas de email marketing
11-04-2012
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81% dos executivos seniores de marketing utilizaram vídeos em suas atividades durante o quarto trimestre de 2011, à frente dos 70% registrados ao longo do mesmo período do ano anterior, segundo uma pesquisa realizada nos Estados Unidos pela Web Video Marketing Council (WVMC) e Mídia Flimp. Site da empresa (67%), mídias sociais (61%) e e-mail marketing (52% vs 50% em 2011) são os canais mais populares para o uso de conteúdos neste formato. Um terço (33%) dos entrevistados utilizam vídeos para gerar leads, enquanto 17% para comunicação institucional.
Vídeos aumentam a performance das campanhas de email marketing
O estudo “Online Video Marketing Survey and Video Email Trends Report“ também mostra que incluir vídeos em campanhas de e-mail contribui para melhorar seu desempenho, com 88% dos entrevistados afirmando que os vídeos impactaram positivamente em campanhas do gênero, enquanto 76% disseram que aumentou a taxa de cliques (CTR). Além disso, 72% dos profissionais afirmam que vídeos incorporados aos e-mails tornaram os consumidores mais propensos a comprar no site da empresa.
Apenas 17% dos inquiridos que utilizaram vídeos em campanhas de email marketing não têm certeza sobre o impacto desta integração no comportamento de compra dos consumidores, enquanto 8% acreditam que os vídeos não acrescentaram no desempenho da campanha.
Vídeos contribuem para a queda do índice de logística reversa
51% dos consumidores se sentem mais seguros de suas compras on-line após visualizar vídeos em sites de e-commerce ou de fabricantes, enquanto 52% se tornaram mais seguros e menos propensos a devolver o item comprado, segundo um estudo apresentado em março de 2012 pelo e-tailing group e Invodo (Clique aqui para ler).
Outras conclusões importantes do estudo da WVMC:
64% dos entrevistados planejam aumentar em 2012 o orçamento  para a criação de conteúdos no formato de vídeo, enquanto 17% pretendem mantê-lo no mesmo patamar.
Disponibilidade de recursos (41%), facilidade de implementação (25%) e custo (18%) foram as principais barreiras apontadas pelos profissionais para incluir vídeos em campanhas de email marketing.
Fonte: ecommercenews.com.br

Faça amor, não faça Marketing
17-04-2012
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Rasgue todas as suas cartilhas de marketing! Os 4 Ps - Produto, Preço, Praça e Promoção – estão desatualizados. Calma! Não siga ao pé da letra. Acalme-se, eles ainda são mais do que válidos. A proposta é ter uma visão diferente do que Jeromy McCartthy teve em 1960. O motivo é óbvio: a vida evolui. E o grande salto da humanidade não é só ter ideias novas e sim ver as antigas de formas diferentes.

Muito se fala de marketing e das estratégias de vender tudo a qualquer preço. Esse modelo caiu. O Rei está nu. A empresa que têm como missão conquistar apenas a mente e o coração do consumidor está equivocada. Temos que conquistar o espírito. É isso que prega o mago do marketing Philip Kotler em sua abordagem do marketing, na versão 3.0 e é isso que o mercado tem cobrado.

Quando estamos apaixonados, ficamos bobos, nos entregamos totalmente a algo, trabalhamos com amor, nos entregamos de corpo e alma, queremos o bem de nosso bem querer. E é isso que as empresas devem ter com seus consumidores, pois são eles que mantêm a empresa. Eles que deslumbram todos os benefícios de sua marca e seus produtos para os outros consumidores.

Lembre-se de seu 1º beijo. Lembre-se de sua infância, quando a vida lhe fazia mais sentido e o medo de perder, de arriscar, de errar era mera brincadeira. Assim como as crianças são moldadas, os consumidores também o são, e se essa criação não obtiver amor, segurança, afeto, compreensão, compartilhamento, provavelmente essa criança tornar-se-á um adulto frustrado. E um consumidor frustrado deveria ser como uma lágrima para as empresas. Ela está desviada de sua missão, visão e seus valores, sejam eles quais forem.

Sei que muitos empresários vão ler esse material, acredito que muitos vão se questionar: o que estamos fazendo? Qual a nossa obra? O que ficará após partirmos? A resposta é obvia – aliás, o óbvio não nos chama a atenção, pois é apenas óbvio – plante amor para receber afeto. Faça de seus consumidores além de fãs, que se tornem parceiros, colaboradores. Mexa com a vida das pessoas, traga boas lembranças. Exemplo, se você vende detergente para louças, não se foque apenas que sua marca faz mais espuma, é mais eficaz contra a sujeira. Compartilhe a lembrança de que lavar louça é igual a brincar com água quando éramos criança – e como adorávamos banhos de mangueira, mergulho em riachos... – pode ter certeza, você não está vendendo limpeza, você está vendendo nostalgia.

Outro exemplo claro é esse próprio texto publicado aqui, no portal do Mundo do Marketing. Nesse momento tenho a oportunidade de colaborar com o portal, de escrever junto com ele a história da vida das pessoas e da humanidade. Minha relação deixa de ser de consumidor de notícias para ser coautor. Sou paulista de nascimento e paranaense de coração. O Paraná me deu condições de concluir meus estudos, iniciar minha carreira profissional, me apaixonar por uma mulher maravilhosa, e ter uma linda família. E mesmo estando longe, não deixo de seguir, acompanhar, e contribuir com a empresa que deixou de ser empresa, para ser minha parceira. Sim, não se chama só Mundo do Marketing, chama-se Mundo do Marketing e Elizeu Alves. Estamos incorporados.

Assim, deve ser com os consumidores. Eles não querem ser só ficar assistindo, querem participar, co-criar, chamar de seu. Entregue o seu coração e o consumidor corresponderá e como dizia Steve Jobs, como todas as coisas do coração, só tendem a melhorar com o tempo.
Fonte: mundodomarketing.com.br

sexta-feira, 20 de abril de 2012

SEO Cauda Longa - Long Tail Keyword.mp4

Uma boa gargalhada sincera vale dez mil SUSPIROS e um milhão de GEMIDOS; em qualquer mercado da terra.  do livro  A Lei do Triunfo de Napoleon Hill.


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Toda derrota se transformará numa lição aproveitável, se conservarmos os olhos e os ouvidos bem abertos e quisermos aprender. A adversidade é em geral uma benção disfarçada. Sem fracassos e derrotas temporárias, jamais conheceremos a nossa própria fibra.  do livro  A Lei do Triunfo de Napoleon Hill.